quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

11º Dia manha Titicaca


Se a canoa nao vira ole, ole, ola....


Dentro da taba


Provando a Totora


Chegada no "condominio"

Hoje pela manhã fomos as Ilhas Flutuantes do Urus, são um povo que vive no Titicaca em ilhas feitas de totora, uma espécie de junco, só ali, praticamente tudo é deste material, o piso, as casas, os barcos e até se come esta planta aquática que nasce nos locais mais rasos do Titicaca. É muito interessante ver a tr4ansformação deste povo, pois embora ainda vivam como anos atrás, se percebe o ar de teatro 1que ganhou tudo aquilo.
Cobra-se para acessar as ilhas, contam como caçam, pescam, porém fica difícil imaginar de onde arranjam tempo para isso, pois o turismo tem ocupado muito seu tempo e dado uma boa fonte de renda, pois vendem muito artesanato também.
A saída foi tranqüila o barco, ainda que lotado, era bastante confiável. Nos acomodamos e partimos, a viagem dura em média 25 minutos que passam muito rápido, pois o visual é de encher os olhos. Na chegada, não sei ao certo como funciona, se cada agencia vai em uma ilha pré-definida ou se escolhe na hora o certo é que enquanto o barco vai passando o pessoal de cada ilha fica chamando o barco para que ancora na sua ilha.
Na chegada a recepção é muito boa, as mulheres, todas com roupas típicas nos recebem com um cordial “como vai?” em Aymar, que é sua língua nativa, ao que se responde tudo bem, na mesma língua, porém não me lembro de nenhum dos termos.
Após a explanação do guia sobre os costumes e tudo, é opcional um passeio em barco de totora, que na verdade é curto, sai da ilha onde se está e vai até uma ilha tipo, “praça de alimentação” onde pode-se comer e beber o que se encontraria em terra firme.
É um passeio muito interessante, no meu caso, muito mai pelo lago que desde a infância me fascina.
Ao retornarmos, dei uma noticia ao povo, que estaria descendo o morro, para tentar chegar sábado ao Brasil, pois tenho compromissos por lá. Como não poderemos mais ir a Machu Pichu, para mim só restava Uyuni, do projeto, juntei minhas tralhas e me mandei sem dar muito assunto ou olhar nos olhos de ninguém pois não sei se resistiria as lágrimas.
Ainda tive ajuda do pessoal para carregara motoca e partir, com o conhecimento que tenho de cabeça, pois os mapas e tudo ficaram com o povo do norte (família andina), tenho uma arma secreta que são alguns mapas e relatos que o Silvio me deu e que estão no micro, então memorizo a noite o que farei no outro dia, também não sou tão louco assim.
E assim parti para a etapa final do Projeto Andes 2010.
Abraço

Nenhum comentário:

Postar um comentário